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Rodrigues e Associados
Direito do Consumidor
Negativação Indevida
Dívida inexistente, já paga ou feita por fraude: retirada do nome do cadastro e indenização.
Rodrigues e AssociadosConsumo e Responsabilidade Civil
Descobrir uma negativação inesperada, perceber uma transferência fraudulenta ou pagar por um serviço que não foi prestado pode desorganizar a rotina e gerar dúvidas sobre quem deve responder. A primeira tarefa é identificar o ocorrido, preservar os registros e verificar quais providências ainda são possíveis. O escritório examina a sequência dos fatos, os documentos, a atuação dos envolvidos e os prejuízos demonstráveis antes de avaliar reclamações, correções ou medidas judiciais.
Advogado do consumidor: cobranças, produtos, serviços e indenizações. Atendimento presencial em Volta Redonda/RJ ou online.
WhatsApp do escritórioEm alguns casos, a prioridade é comunicar o banco ou fornecedor e preservar comprovantes; em outros, é corrigir um registro, exigir cumprimento contratual ou apurar responsabilidade. A estratégia deve decorrer do que a documentação demonstra.
Atuação
Três pontos costumam gerar dúvida:
Saber isso desde o início permite construir o pedido que o caso sustenta.
Há danos que nascem fora de uma relação de consumo. Um acidente, um dano à propriedade ou uma ofensa à honra podem gerar o dever de indenizar mesmo fora do CDC (Código de Defesa do Consumidor), pelas regras gerais do Código Civil (arts. 186 e 927). A lógica, porém, é próxima: identificar a conduta, o dano, a ligação entre os fatos e reunir a prova. Quando o problema central envolve um banco, o caso também passa pelo Direito Bancário.
Dúvidas
Não. O aborrecimento comum de um contratempo, como um atraso ou uma cobrança que se resolve, nem sempre gera dano moral, que exige um dano concreto ligado à conduta do fornecedor. Resolver o problema (cancelar a cobrança, trocar o produto, prestar o serviço) é um pedido; a indenização é outro, com requisitos próprios.
Nas relações de consumo, o fornecedor em regra responde mesmo sem culpa (arts. 12 e 14 do CDC). Ainda assim, é preciso demonstrar a falha, o dano e a ligação entre eles. Em muitos casos, a lei ou o juiz transfere ao fornecedor o dever de provar que não houve defeito (arts. 6º, VIII, e 14, § 3º, do CDC). Também se verifica se existe alguma causa prevista em lei que afaste a responsabilidade.
Pela reconstrução do que aconteceu, na ordem em que aconteceu: o que foi contratado, o que foi entregue, o que falhou e o que se documentou. É esse mapa que revela quem responde, o que pode ser exigido (reparo, devolução do dinheiro, indenização) e o que é possível provar.
Não. A primeira conversa serve para entender o que aconteceu, dizer se há algo a fazer e qual o caminho. A contratação, se fizer sentido, vem depois, com a proposta de honorários.

Quem assina esta página
Advogado do consumidor · OAB/RJ 237.036 · conferir no Cadastro Nacional
Graduação em Direito pelo Centro Universitário de Volta Redonda. Atuação em direito do consumidor e responsabilidade civil.
Rodrigues e Associados · Rua 18-B, 45, sala 101, Vila Santa Cecília, Volta Redonda/RJ
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Consumo e Responsabilidade Civil
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